Alteração na bandeira tarifária: Condomínios devem ficar de olho.

Manutenção predial

11.06.2019,

Por: admindev

Semana passada, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou reajuste nas tarifas de energia das bandeiras tarifárias amarela e vermelha.

O maior reajuste foi de 50%, para a bandeira amarela: seu custo passou de R$ 1 para R$ 1,5 para cada 100 quilowatts-hora (kWh).

Houve reajustes também na bandeira vermelha: o patamar 1 teve aumento de R$ 3 para R$ 4 para cada 100 quilowatts-hora (kWh), ao passo que o patamar 2 encareceu de R$ 5 para R$ 6 para cada 100 quilowatts-hora (kWh); altas, respectivamente de 33% e 20%.

Foi, de acordo com a agência, uma forma de adequar os custos de geração da energia com o que o consumidor final paga. O aumento também deve evitar um défict esse ano, o que aconteceu em 2017 e em 2018. O esperado é que não haja o mesmo problema no ano que vem.

O que é o sistema de bandeiras?

O sistema de bandeiras é uma forma de saber o custo de geração da energia elétrica no país. Ele existe no no Brasil desde 2015 e é uma forma de avisar aos consumidores que a energia está mais difícil de ser gerada – geralmente devido ao baixo volume dos reservatórios ou à pouca quantidade de chuvas.

Quando a bandeira verde está vigente, não há custo extra para o consumidor – é ‘apenas’ o valor pago às concessionárias de energia normalmente. Já as bandeiras amarelas e vermelhas sinalizam que o custo para a geração de energia está mais elevado, o que significa um extra no valor da conta.

Antes do sistema de bandeiras vigorar, esse ‘descompasso’ entre o custo de gerar energia e o consumidor final era alinhado com um ano de diferença. Agora, os consumidores podem optar por economizar energia quando a mesma está mais cara, mensalmente.


Impacto para as contas do condomínio

Para os condomínios, a conta de energia representa cerca de 5% a 10% da arrecadação ordinária. É importante apontar que os empreendimentos que fazem uso racional de energia geralmente apresentam uma conta mais baixa – e, com isso, tendem a ser menos afetados pelos aumentos da
bandeira tarifária vigente.

Já os empreendimentos que ainda não conseguiram implementar boas práticas de consumo de energia elétrica, devem sentir mais o impacto do aumento.

Vale ressaltar que um estudo aprofundado do que pode ser melhorado em termos de uso racional de energia não é gasto, é investimento para o condomínio! Itens como lâmpadas de LED e modernização de elevadores, por exemplo, podem significar uma economia significativa para a área comum.

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Por: Redação Lello

A Lello é a maior administradora da vida em comum no Brasil, responsável pela gestão de cerca de mais de três mil empreendimentos na Capital paulista, ABC, Campinas, Jundiaí, Piracicaba e no litoral do Estado. Existem hoje cerca de um milhão de pessoas que vivem em locais administrados pela Lello. Sempre a procura de como a tecnologia pode melhorar e facilitar a vida em comum, a Lello tem uma séria de iniciativas pioneiras que está alterando a forma como as pessoas enxergam suas comunidades.

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