Airbnb e Condomínios



19.06.2018, Por: Redação Lello

O Airbnb foi fundado na Califórnia em 2008 e, nos últimos anos, tem se tornado um fenômeno mundial. Milhares de reservas são feitas pelo aplicativo todos os dias.

A dinâmica é simples. Pessoas comuns alugam suas casas, quartos ou apartamentos por valores combinados diretamente com o usuário. Esses aluguéis podem ser por dias, semanas, meses, ou seja, por quanto tempo houver disponibilidade.

A ferramenta é incrivelmente fácil de usar, e com diversos mecanismos de segurança, para garantir tranquilidade a ambas as partes.

Mas afinal, quais os problemas da plataforma?

Condomínios

O Airbnb e outras plataformas semelhantes têm sofrido diversas restrições de uso em prédios, condomínios e associações.

Em geral, essas propriedades são desenvolvidas para serem seguras e atender a todas as necessidades dos condôminos que moram nelas.

Os moradores costumam se dividir em relação aos aplicativos de locação. Alguns defendem o direito de alugar suas propriedades a qualquer momento, independentemente de estarem em um condomínio ou não. Outros sentem-se inseguros em relação à circulação de pessoas estranhas no condomínio e, em alguns casos, ao desrespeito às normas e regulamentos internos.

Algumas leis são utilizadas como base para fomentar a discussão sobre a regularidade do Airbnb em condomínios (Lei de Locação n° 8.245/91, Política Nacional de Turismo nº 11.771/2008, entre outras), mas a própria plataforma indica qual o melhor caminho a seguir antes de cadastrar seu imóvel no Airbnb:

“Consulte sua Associação de Moradores ou as regulamentações do seu condomínio para certificar-se de que sublocações não são proibidas ou que não haja nenhuma restrição em relação à hospedagem. Leia os termos da sua locação e consulte seu locador se necessário. Talvez seja interessante considerar a inclusão de uma cláusula em seu contrato que regule os interesses das partes e explique as responsabilidades e obrigações de todos os envolvidos.”

Nossa Gerente de Relacionamento e Especialista em Condomínios, Angélica Arbex, falou sobre o assunto:

“O modelo existe e está consolidado. Lutar contra ele não parece ser a estratégia mais adequada. É necessário conhecer e entender como a locação de curta temporada funciona e relacionar isso à realidade e perfil de cada condomínio, e é o síndico quem melhor conhece essa realidade. Criar um conjunto de procedimento e regras a serem seguidas, aprovadas em assembleia, e compartilhadas com a comunidade fica mais fácil de construir um ambiente mais harmonioso”.

Não há um caminho certo para este modelo, ainda há muito o que se discutir e ajustar para que a plataforma atenda bem as necessidades de todos.

A Lello está acompanhando de perto todas as novidades que envolvem esse assunto, para manter você sempre informado!

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