Alternativas para a crise energética!



09.09.2021, Por: Redação Lello

Hábitos como, logística reversa, reutilização de materiais e uma consciência de que o meio ambiente não existe para nos servir devem ser adotados para que possamos entregar um futuro equilibrado às próximas gerações. Esta filosofia, aliada a um planejamento de médio e longo prazos, podem nos tirar da crise que se apresenta.

É preciso diversificar a matriz energética, principalmente com foco nos grandes consumidores, como fábricas, indústrias e condomínios. Estamos atentos a este tema e temos estudado e avaliado sistemas, modelos, empresas e parcerias que podem apresentar alternativas viáveis para o seu condomínio.

Como potencial solução a nossos clientes, trazemos uma alternativa para ser avaliada por você. A adesão de condomínios e associações de moradores ao fornecimento de energia elétrica na modalidade de Geração Distribuída, sendo necessário para tanto o estabelecimento de um consórcio entre os diversos empreendimentos interessados, com foco na construção de usinas solares por empresas especializadas.

Estas usinas devem ser construídas reunindo clientes consumidores na mesma área de concessão, seguindo a legislação vigente. A adesão a este modelo não agrega qualquer custo aos consumidores, pelo contrário, apresenta potencial de redução nas faturas mensais de energia elétrica da ordem de até 20%, sendo o processo de adesão bastante facilitado.

Sabemos que uma matriz renovável com grande potencial de expansão é a energia fotovoltaica (mais conhecida como “solar”). As alternativas para uso dessa matriz passam por aquecedores solares, instalação de placas solares em telhados de casas e condomínios (algo mais restrito para estes, por questão de espaço), além de proporcionar o modelo de Geração Distribuída.

Segundo o portal Focus Energia

“Geração Distribuída é o termo dado à energia elétrica gerada no local de consumo ou próximo a ele, sendo válida para diversas fontes de energia renováveis, como a energia solar, eólica e hídrica, trazendo inúmeros benefícios aos consumidores”.

Esses micro e minigeradores são capazes de abastecer residências, comércios e indústrias próximos ao centro de carga, e podem ter até uma injeção de carga na rede de até 5MW de potência. Suas construções não dependem de concessões, e suas permissões ou autorizações governamentais são, em geral, realizadas através de um processo simplificado.

A Geração Distribuída no Brasil tem como base um racional no qual o “consumidor-gerador”, após descontado o seu próprio consumo, recebe um crédito na sua conta pelo saldo positivo de energia gerada e inserida na rede (sistema de compensação de energia). Dessa forma, sempre que existir esse saldo positivo, o consumidor recebe um crédito em energia (em kWh) na próxima fatura e terá até 60 meses para utilizá-lo.

No entanto, os consumidores-geradores não podem comercializar o montante excedente da energia gerada por GD entre eles. A rede elétrica disponível é utilizada como backup quando a energia gerada localmente não é suficiente para satisfazer as necessidades de demanda do consumidor-gerador. Geralmente, é o caso de fontes intermitentes de energia, como a solar.

Segundo o portal UOL Economia

“o Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 10 GW (gigawatts) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, em usinas de grande porte e em pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos,” com dados baseados na Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica). "Somados, os sistemas fotovoltaicos representam mais de 70% da potência da usina hidrelétrica de Itaipu, segunda maior do mundo e maior da América Latina”.

Essa iniciativa tem o objetivo de trazer a você o que existe de mais novo como alternativa para o cenário desafiador que se apresenta e que, certamente, precisará de soluções corporativas robustas que ultrapassam as iniciativas de consciência de consumo racional.

 

A Lello é a maior administradora da vida em comum no Brasil, responsável pela gestão de cerca de mais de três mil empreendimentos na Capital paulista, ABC, Campinas, Jundiaí, Piracicaba e no litoral do Estado. Existem hoje cerca de um milhão de pessoas que vivem em locais administrados pela Lello. Sempre a procura de como a tecnologia pode melhorar e facilitar a vida em comum, a Lello tem uma séria de iniciativas pioneiras que está alterando a forma como as pessoas enxergam suas comunidades.