Mercado imobiliário aponta para novo modelo de cidade pós-pandemia!



27.09.2021, Por: Redação Lello

Mobilidade urbana, felicidade e qualidade de vida domiciliar tornaram-se questões de crescente importância para quem mora na cidade. Verdade seja dita: o mercado imobiliário é tradicional e importante para o nosso PIB, mas, historicamente, não é o melhor benchmark para quem pensa em inovação. Porém, como todos os mercados consolidados e propulsores de desenvolvimento, era necessário iniciar e acelerar novas formas de viver e de morar. Se na pré-pandemia havia iniciativas isoladas para criar alternativas e reinventar modelos, agora vemos uma onda pulsante e definitiva de novas tecnologias, pensamentos e escolhas em toda a cadeia imobiliária: da incorporação à gestão da vida em comum.

O principal motivo? A casa virou, há 18 meses, o centro da vida. Da noite para o dia, além de moradia, o lar tornou-se escritório, escola, academia e única chance de lazer. O bairro e o comércio local também ganharam relevância. Observou-se um aumento exponencial, por exemplo, na busca por bicicletários nos mais de três mil condomínios administrados pela Lello Condomínios, onde moram mais de um milhão de pessoas. Resolver a vida a pé, ser amigo do vizinho e descobrir os tesouros do bairro se tornaram hábitos valiosos e geradores de felicidade para as pessoas.

A formação de comunidades com a tecnologia como plataforma fez, e continuará fazendo, a diferença na forma de viver e morar, e o trabalho fora do escritório é uma tendência determinante para a reformulação de mercados inteiros, como o da moradia, do turismo e do varejo.

Mobilidade urbana, felicidade e qualidade de vida domiciliar tornaram-se questões de crescente importância para quem mora na cidade, e isso impacta profundamente o mercado imobiliário, que se ajusta para atender às novas necessidades dos consumidores.

Estamos em um tempo de profunda transformação de comportamento e estilo de vida, como as gerações vivas nunca viram acontecer. E as marcas estão tentando entender este “Zeitgeist”, esforçando-se para estarem cada vez mais perto dos consumidores, construindo o principal atributo de relacionamento pós-pandêmico: a confiança.

Hoje, ter relação de prestação de serviços continuados com pessoas é ouro. Isso significa que bancos, administradoras de condomínios e imóveis, entre outros serviços, devem ter um canal aberto para conversar com as pessoas e construir relacionamentos sólidos, baseados em confiança e reciprocidade. Esta é a busca de cem entre cem prestadores de serviço e consumo, que, aliada a uma boa governança de dados, permite a criação de serviços tão personalizados que melhoram muito a entrega para o consumidor e as margens das empresas.

Por Angélica Arbex* - Diretora de Marketing e Estratégia na Lello Condomínios

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A Lello é a maior administradora da vida em comum no Brasil, responsável pela gestão de cerca de mais de três mil empreendimentos na Capital paulista, ABC, Campinas, Jundiaí, Piracicaba e no litoral do Estado. Existem hoje cerca de um milhão de pessoas que vivem em locais administrados pela Lello. Sempre a procura de como a tecnologia pode melhorar e facilitar a vida em comum, a Lello tem uma séria de iniciativas pioneiras que está alterando a forma como as pessoas enxergam suas comunidades.